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As probabilidades iniciais de aderência para a quimiosorção dissociativa do D2 em uma superfície de Ag (111) foram medidas para energias translacionais na faixa de Ei=220–500 meV, como função do ângulo de incidência θi e da temperatura do gás, usando feixes moleculares semeados. As probabilidades de adesão dependem da distribuição do estado interno do D2 e escalam com a componente normal da energia translacional. Os dados foram ajustados assumindo que a dissociação é independente da rotação molecular, sendo a soma das contribuições de moléculas em diferentes estados vibracionais v com uma função de adesão S0 (Ei, θi, v) = A/21+tanhEi cos2 θi−E0 (v) /w (v), de maneira semelhante ao comportamento no cobre. Os parâmetros de aderência E0, a energia translacional necessária para S0 alcançar metade de seu valor máximo, são determinados com boa precisão (±25 meV) para os níveis v=3 (328 meV) e v=4 (170 meV) com parâmetros de largura w=54 e 63 meV, respectivamente, enquanto as barreiras para os níveis v=1 e 2 estão próximas ao limite superior dos dados de aderência e E0 é estimado como 700±100 e 510±70 meV, respectivamente. Parâmetros para o estado vibracional fundamental (v=0) não puderam ser obtidos, uma vez que a aderência desse estado é negligenciável a energias translacionais inferiores a 500 meV. Nenhuma dissociação pôde ser observada a energias térmicas Ei⩽70 meV, seja em uma superfície plana ou defeituosa.
Cottrell et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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