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Durante a maior parte de sua história, o campo do ensino de inglês para falantes de outras línguas (TESOL) focou bastante sua atenção em métodos de ensino e currículos, excluindo a pessoa que deve implementá-los. Neste artigo, propomos que o TESOL reconheça as vidas internas dos professores ao entender sua espiritualidade a partir da perspectiva do ser e do tornar-se pessoal e profissional do professor. Incentivamos os professores a refletir sobre as dimensões espirituais da prática e propomos como estas podem interagir com o conhecimento disciplinar padrão para produzir professores de idiomas mais integrados.
Farrell et al. (Sat,) estudaram essa questão.