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Dois tipos de controle de ação derivados do modelo de fases de ação (H. Heckhausen & P. M. Gollwitzer, 1987) foram analisados em pacientes com lesões frontais, pacientes com lesões não frontais e estudantes universitários. No Estudo 1, o controle de ação reflexivo em termos de seleção de metas foi avaliado, e foi encontrada uma deliberação prejudicada em pacientes com lesões frontais. O Estudo 2 avaliou o controle de ação reflexiva em termos de iniciação automática de ações como resultado da formação de intenções de implementação (P. M. Gollwitzer, 1999). Todos os participantes aceleraram suas respostas a estímulos críticos ao formar intenções de implementação. Além disso, pacientes com lesões que tiveram desempenho fraco na tarefa da Torre de Hanói (TOH) se saíram pior do que pacientes com bom desempenho na TOH no Estudo 1, mas melhor do que participantes de controle no Estudo 2. Os resultados são interpretados como uma dissociação funcional entre controle consciente de ação reflexivo e controle automático de ação reflexiva.
Lengfelder et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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