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O metabolito esfingolipídico esfingosina-1-fosfato (SPP) tem sido implicado como um segundo mensageiro na proliferação e sobrevivência celular. No entanto, muitos de seus efeitos biológicos são devidos à ligação a receptores não identificados na superfície celular. O SPP ativou o receptor órfão EDG-1, acoplado à proteína de ligação a nucleotídeos de guanina heterotrimérico (proteína G), originalmente clonado como Gene de Diferenciação Endotelial-1. EDG-1 se ligou ao SPP com alta afinidade (constante de dissociação = 8,1 nM) e alta especificidade. A superexpressão de EDG-1 induziu agregação exagerada de células, aumentou a expressão de caderinas e a formação de junções aderentes bem desenvolvidas de forma dependente do SPP e da proteína de ligação a nucleotídeos de guanina pequena Rho.
Lee et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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