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RESUMO Investigamos um novo determinante do estresse financeiro, a saber, a autoeficácia dos indivíduos, ou a crença de que suas ações podem influenciar o futuro. Indivíduos com alta autoeficácia têm mais probabilidade de tomar precauções que mitigam choques financeiros adversos. Eles são, subsequentemente, menos propensos a inadimplir em suas dívidas e pagamentos de contas, especialmente após experimentar choques negativos, como perda de emprego ou doença. Assim, as habilidades não cognitivas são um importante determinante da fragilidade financeira e as expectativas subjetivas são um fator importante nas decisões financeiras das famílias.
Kuhnen et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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