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O fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e a angiopoietina-1 (Ang1) são essenciais para o desenvolvimento vascular, mas essa dependência supunha-se que não persistisse na vida adulta. Neste estudo, relatamos que após 10 dias de tratamento sistêmico de camundongos com 4, 8 e 16 semanas de idade com VEGF-Trap, um inibidor do VEGF, o número de capilares na mucosa traqueal foi reduzido em 39%, 28% e 14%, respectivamente. A magnitude da redução diminuiu com a idade (r2=0,6, P<0,001), mas ainda foi significativa aos 16 semanas. Uma correspondente diminuição relacionada à idade na imunoreatividade do receptor do fator de crescimento endotelial vascular-2 (VEGFR-2) sugere que a diminuição da expressão do VEGFR-2 pode contribuir para a resistência à inibição da sinalização do VEGF. O VEGF-Trap reduziu ainda mais a expressão do VEGFR-2 nos capilares traqueais. Em comparação, o tratamento sistêmico com adenovírus codificando Ang1 levou a um aumento significativo das vênulas traqueais com pouco efeito da idade (64%, 56% e 49% de aumento no diâmetro em 10 dias). Quando Ang1 foi administrado em combinação com VEGF-Trap, os vasos traqueais apresentaram a resposta típica a cada fator, mostrando que o efeito do Ang1 não foi mediado pelo VEGF, ainda assim, o Ang1 parece ter um efeito protetor, conforme julgado pela prevenção da redução induzida pelo VEGF-Trap nos capilares traqueais no grupo mais velho. Juntas, essas descobertas indicam que VEGF e Ang1 participam da sobrevivência e plasticidade dos vasos sanguíneos na vida adulta.
Baffert et al. (Terça-feira,) estudaram essa questão.
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