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FUNDAMENTAÇÃO: O envolvimento em comportamentos de risco pode representar uma ameaça significativa à saúde se a participação abranger múltiplos comportamentos. O modelo de ativos sugere que aspectos contextuais da vida dos jovens, como fatores relacionados à família, escola e comunidade, desempenham uma função protetora contra comportamentos de risco à saúde. MÉTODOS: Um índice de comportamento de risco foi criado a partir do estudo inglês sobre comportamento de saúde em crianças em idade escolar aos 15 anos, uso de substâncias e atividade sexual. Usando uma regressão multinomial, variáveis potenciais de ativos relacionadas à escola, família, colegas, comunidade e afluência familiar foram testadas quanto à sua associação com os níveis de comportamentos de risco. RESULTADOS: O senso de pertencimento ao bairro, forte pertencimento à escola e envolvimento dos pais na tomada de decisões sobre o tempo livre estavam relacionados a um menor envolvimento em comportamentos de risco à saúde. Um senso mais fraco de pertencimento à família estava associado ao aumento dos comportamentos de risco se a conexão com os professores também fosse baixa. Fatores relacionados à escola e à comunidade tiveram um papel maior na participação dos adolescentes em comportamentos de risco relacionados à saúde do que fatores relacionados à família, incluindo a afluência familiar. CONCLUSÕES: Sentimentos de segurança e pertencimento nos ambientes fora de casa dos adolescentes estavam positivamente associados à redução de comportamentos de risco e indicam a importância da comunidade mais ampla, juntamente com os pais e a escola, como ativos protetores para a saúde.
Brooks et al. (Qui,) estudaram esta questão.