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A evolução dos déficits clínicos tem sido um guia tradicional para a natureza da aetipatogênese das doenças neurológicas. Estudamos a influência da idade e da duração da doença na história natural do parkinsonismo idiopático (PI). Duzentos e trinta e oito pacientes com PI foram examinados sem medicação. As pontuações de bradicinesia foram analisadas em relação à idade dos pacientes e à duração da doença por meio de regressão múltipla. Não houve interação significativa entre os efeitos da idade e da duração (P = 0,923). Concluímos que a idade e a duração dos sintomas influenciam a história natural do PI de forma aditiva e independente. Além disso, a taxa de morte neuronal é mais rápida nos estágios iniciais da evolução da patologia; posteriormente, a velocidade de progressão diminui, aproximando-se da taxa de atrito produzida pelo envelhecimento normal. Essa evolução temporal tem implicações para possíveis modelos de patogênese.
Lee et al. (Sat,) estudaram essa questão.