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Durante a gravação contínua e simultânea das pressões diastólicas do ventrículo esquerdo e das mudanças no comprimento de um segmento do miocárdio do ventrículo esquerdo, demonstrou-se que nem a estimulação do nervo simpático cardíaco nem a estimulação eferente vagal produzem uma alteração na extensibilidade miocárdica ventricular. Foi ainda demonstrado que, nas frequências cardíacas estudadas, a estimulação do nervo autônomo não modifica a curva de pressão-comprimento ao final da diástole. Esses dados indicam que, durante a estimulação simpática cardíaca, o trabalho de ejeção ventricular aumentado a partir de qualquer pressão diastólica final ocorre sem uma mudança no comprimento das fibras ao final da diástole. No entanto, foram obtidas evidências que sugerem que a abreviação da diástole em altas frequências cardíacas impostas ou grandes volumes de ejeção pode deixar um tempo inadequado para que a relaxação ventricular ocorra e para que os fatores inerciais e viscosos sejam dissipados. Nessas circunstâncias, a estimulação simpática, ao encurtar a sístole e, assim, alongar a diástole, permite que o ventrículo permaneça na sua curva de pressão-comprimento "normal". Esse componente da atividade eferente simpática cardíaca é peculiarmente apropriado para a taquicardia que ocorre com o aumento do fluxo simpático para o coração.
Mitchell et al. (Qui,) estudaram essa questão.