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O turismo inteligente emerge da aplicação de tecnologias avançadas no contexto de destinos, mais frequentemente cidades. Ele se apropria amplamente das ideias de desenvolvimento de cidades inteligentes, mas sua conceituação e realização têm sido mantidas separadas das iniciativas mais amplas de cidades inteligentes. Este artigo argumenta que tal separação faz pouco sentido em um mundo onde o cotidiano e o turismo se sobrepõem cada vez mais e as tecnologias inteligentes borram as linhas entre áreas residenciais e precinctos turísticos. Para resolver a questão, introduz o conceito da cidade de turismo inteligente e a conceitua em termos teóricos e práticos para ilustrar seu valor.
Gretzel et al. (Qui,) estudaram esta questão.