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Consideramos a resposta de uma atmosfera simétrica zonal a um forçamento térmico que é localizado nos subtropicos. Especificamente, a distribuição de temperatura de equilíbrio possui um pico local subtropical e é plana em outras regiões, incluindo no equador. Com base na teoria do estado estacionário invíscido, argumenta-se que a resposta a tal forçamento é de dois tipos distintos. Abaixo de um forçamento de limite, a atmosfera adota um estado estacionário de equilíbrio térmico sem fluxo meridional. Com forçamento supercrítico, esse estado se desfaz e uma forte circulação meridional é prevista. O valor do forçamento limiar é aquele em que a vorticidade absoluta do fluxo zonal (em equilíbrio de gradiente com as temperaturas de equilíbrio) desaparece na borda superior. Essas previsões invíscidas são testadas em um modelo numérico simétrico zonal; enquanto a viscosidade do modelo desloca o limiar e modifica a resposta de outras formas, o limiar é claramente evidente no comportamento do modelo.
Plumb et al. (Qui,) estudaram esta questão.