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CONTEXTO E OBJETIVO: O objetivo deste estudo foi examinar as relações entre características do hospedeiro (idade e lado do corpo afetado) e variáveis do programa (duração da internação em cuidados agudos e reabilitação, níveis de capacidade funcional na admissão e na alta, e taxas de alta para a comunidade). MÉTODOS: Uma amostra de 7.905 pacientes foi extraída de centros de reabilitação médica inscritos no Sistema de Dados Uniformes para Reabilitação Médica que foram admitidos e tiveram alta pela primeira vez entre janeiro de 1988 e junho de 1989. Os dados foram analisados usando testes qui-quadrado ou testes z para proporções, e análises de variância (ANOVA) e/ou testes t. A significância foi definida em p menor que 0,05, e razões F estatisticamente significativas foram examinadas usando testes de Student-Newman-Keuls. RESULTADOS: A idade média dos pacientes foi de 70,7 anos (24% com menos de 65 anos, 53% entre 65-79 anos e 23% com mais de 79 anos). As durações da internação em cuidados agudos e reabilitação, as avaliações de independência funcional na admissão e na alta, e as taxas de alta para a comunidade estavam geralmente inversamente relacionadas à idade do paciente. Pacientes com paresia bilateral apresentaram taxas de alta para a comunidade mais baixas do que aqueles com paresia unilateral, embora essa distinção não fosse evidente no grupo mais velho. CONCLUSÕES: Os resultados mostraram que idade mais avançada e paresia bilateral estão negativamente associadas aos níveis de independência na admissão e na alta e com as taxas de alta para a comunidade.
Granger et al. (Wed,) estudaram essa questão.