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O YouTube tem sido a história de sucesso da Internet em 2006. No entanto, quando submetido a uma avaliação convencional de usabilidade, parece falhar miseravelmente. Com este e outros serviços da Web social, o propósito do usuário é diversão, incerteza, engajamento e autoexpressão. O Web2.0 transformou o ‘usuário’ passivo em um produtor ativo de conteúdo e moldador da experiência final do usuário. Esse uso mais lúdico, mais participativo, muitas vezes alegre da tecnologia parece conflitar com a usabilidade convencional, mas argumentamos que uma ‘usabilidade’ mais profunda emerge que respeita os propósitos do usuário, seja atuando como homo ludens.
Silva et al. (Sáb,) estudaram essa questão.
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