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Proponhamos um modelo de equilíbrio geral com intermediários financeiros sujeitos a restrições de alavancagem endógenas e avaliamos sua capacidade de explicar as flutuações observadas na alavancagem dos intermediários e na atividade econômica real. No modelo, os intermediários (“bancos”) tomam emprestado na forma de dívida de curto prazo de alto risco. A presença de risco moral de transferência gera uma restrição de alavancagem e cria uma ligação entre a volatilidade nos retornos dos ativos dos bancos e a alavancagem. Ao contrário de choques de TFP ou de qualidade de capital, choques de volatilidade produzem flutuações empiricamente plausíveis na alavancagem bancária. O modelo reproduz bem a queda na alavancagem, ativos e PIB durante a crise financeira de 2007–2009. (JEL D82, E44, G01, G21, G32)
Nuño et al. (Sat,) estudaram essa questão.