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A SÍNTESE DE QUIMOTRIPSINOGÊNIO NA CÉLULA EXOCRINA DO PÂNCREAS DO PORQUINHO-DA-ÍNDIA FOI ESTUDADA NAS SEGUINTES CONDIÇÕES: Animais alimentados após um jejum de aproximadamente 48 horas receberam, aproximadamente 1 hora após a alimentação, uma injeção intravenosa de DL-leucina-1-C(14). Em vários intervalos de tempo (1 a 45 minutos) após a injeção, as glândulas foram removidas e fracionadas em uma série de frações celulares de importância citológica conhecida. De dez a doze animais foram utilizados para cada ponto no tempo. De cada fração celular, o quimiotripsinogênio foi isolado por extração ácida e purificado por fracionamento de (NH(4))(2)SO(4), precipitação isoelétrica e cromatografia. Devido à pequenez das quantidades envolvidas, as quantidades de quimiotripsinogênio foram calculadas a partir dos valores de atividade enzimática, e um método de transportador foi utilizado para precipitar e contar a enzima. O quimiotripsinogênio isolado das partículas de ribonucleoproteína anexadas da fração microsomal teve a maior radioatividade específica nos primeiros pontos no tempo (1 a 3 minutos). Após longos intervalos (aos 15 a 45 minutos), a radioatividade específica da enzima aumentou no conteúdo microsomal e, finalmente, nos grânulos de zimogênio. Os resultados são compatíveis com a visão de que o quimiotripsinogênio é sintetizado em ou nas partículas de RNP anexadas e, subsequentemente, transportado para outros compartimentos celulares.
Siekevitz et al. (Fri,) estudaram essa questão.