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O grafeno bidimensional, os nanotubos de carbono e as nanofitas de grafeno representam uma nova classe de materiais de baixa dimensão que podem servir como blocos de construção para futuras nanoeletrônicas baseadas em carbono. Embora esses sistemas compartilhem uma estrutura eletrônica subjacente semelhante, cujos detalhes exatos dependem dos efeitos de confinamento, diferenças cruciais surgem quando o desordem entra em cena. Nesta revisão, consideramos as propriedades de transporte desses materiais, com ênfase particular no caso das nanofitas de grafeno. Após resumir as propriedades eletrônicas e de transporte de sistemas sem defeitos, focamos nos efeitos de um potencial de desordem modelo (tipo Anderson) e ilustramos como as propriedades de transporte são sensíveis à simetria subjacente. Fornecemos expressões analíticas para o comprimento livre médio elástico de nanotubos de carbono e nanofitas de grafeno, e discutimos o surgimento de regimes de localização fraca e forte, que são genuinamente dependentes da dimensionalidade do transporte. Também consideramos os efeitos da desordem e rugosidade nas bordas das nanofitas de grafeno em relação à sua orientação em cadeira de braços ou zigzag.
Cresti et al. (2008) estudaram esta questão.