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As atuais tecnologias de sensoriamento remoto são ferramentas eficazes para contribuir na estimativa de estoques de carbono terrestre e mudanças nos estoques de carbono. Este artigo fornece uma visão geral dos requisitos de informação, capacidades e limitações dos sensores, e abordagens de análise para o uso de dados obtidos por sensoriamento remoto na geração de sistemas de monitoramento de sequestro de carbono tropical. Embora seja evidente que os dados obtidos por sensoriamento remoto têm uma utilidade enorme para monitorar mudanças nos estoques de carbono, é importante estar ciente de suas limitações. Três limitações críticas são: (1) a definição de métodos e algoritmos para estimar com precisão a idade das florestas, (2) a provisão de técnicas que possam fornecer estimativas precisas das taxas de desmatamento em ambientes florestais tropicais secos e úmidos, e (3) a forte necessidade de desenvolver novas abordagens para vincular variáveis biofísicas (por exemplo, índice de área foliar) à reflectância espectral para apoiar modelos de sequestro de carbono espacialmente distribuídos. A validade das estimativas finais de carbono e mudanças nos estoques de carbono depende de questões complexas em vários níveis, desde os próprios dados, até a análise, interpretação e validação dos dados. A consideração dessas questões, bem como a necessidade de um planejamento e desenvolvimento de projetos sólidos dentro das restrições orçamentárias, será importante no desenvolvimento de programas de monitoramento de estoques de carbono nos trópicos.
Sánchez‐Azofeifa et al. (Quarta-feira) estudaram esta questão.