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O transplante autólogo de células-tronco hematopoiéticas (CTH) é uma opção terapêutica importante para pacientes com linfoma não-Hodgkin e mieloma múltiplo. A principal fonte de CTH é do sangue periférico, o que requer mobilização da medula óssea. Os regime de mobilização atuais incluem citocinas como G-CSF e/ou quimioterapia. No entanto, nem todos os pacientes mobilizam CTH suficientes para prosseguir com o transplante. O receptor de quimiocina CXCR4 e seu ligante CXCL12 são uma parte integral do mecanismo de retenção de CTH na niche da medula óssea. A descoberta do plerixafor, um inibidor seletivo de CXCR4, proporcionou um novo meio adicional de mobilizar CTH para transplante autólogo. O plerixafor consiste em dois anéis de ciclame com um conector de fenileno-bis(metileno). Ele inibe a ligação de CXCL12 a CXCR4 e eventos subsequentes, incluindo quimiotaxia. As interações moleculares do plerixafor foram definidas, indicando um modo de ligação único ao CXCR4. O plerixafor mobiliza rapidamente CTH em questão de horas comparado ao tratamento de vários dias exigido pelo G-CSF em camundongos, cães e primatas não-humanos. As células mobilizadas, uma vez transplantadas, são capazes de um enraizamento oportuno e duradouro. Além disso, CXCR4 está implicado na patologia do HIV, doenças inflamatórias e câncer, e a farmacologia do plerixafor em vários modelos de doença é descrita.
Simon P. Fricker (Ter,) estudou essa questão.
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