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Resumo A prevalência relatada de polineuropatia diabética varia de 5 a 80%. Este estado insatisfatório pode estar relacionado à avaliação de diferentes grupos de pacientes, diferentes critérios mínimos para o diagnóstico de neuropatia e diferentes graus de vigilância. Para agravar a situação, pacientes com polineuropatia tendem a ser equiparados, ignorando as diferenças na gravidade. Para remediar essa situação, quatro recomendações são feitas: (1) pacientes baseados na população devem ser estudados, (2) a condução nervosa deve ser usada para estabelecer critérios mínimos para neuropatia porque o teste é objetivo, sensível e repetível, (3) testes validados de sintomas e déficits também devem ser usados porque as manifestações clínicas da neuropatia não podem ser inferidas com precisão a partir de medições eletrofisiológicas, e (4) abordagens para estadiar a gravidade da neuropatia devem ser desenvolvidas e usadas na expressão de anomalias. Para isso, critérios mínimos para o diagnóstico de polineuropatia diabética foram propostos e testes validados para avaliar sintomas neuropáticos e déficits sensoriais foram desenvolvidos. Neste relatório, também propomos uma abordagem de estadiamento utilizando condução nervosa e história neurológica e exames e testes validados de sintomas e déficits neuropáticos.
Peter James Dyck (Sex,) estudou esta questão.
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