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Foram examinados os correlatos sociodemográficos, de saúde e psicocomportamentais da realocação antecipada e real em uma população idosa rural definida geograficamente (N = 3097). A intenção de se mudar estava associada a níveis mais altos de sintomas depressivos. Dentre os respondentes, 4,8% mudaram entre as entrevistas de linha de base e acompanhamento de um ano. Números desproporcionalmente altos de mulheres, pessoas com mais de 84 anos, aqueles que viviam sozinhos, pessoas com menos renda e os menos educados realizaram mudanças não institucionais. A realocação não institucional efetiva estava associada a um pior estado funcional físico, pior estado de saúde percebido, níveis mais altos de sintomatologia depressiva e ansiedade, e menor satisfação com a vida na linha de base. A morte do cônjuge, o casamento dos filhos e ter alguém se mudando com o entrevistado foram associados à realocação não institucional, mas a aposentadoria não foi. Os resultados são geralmente consistentes com o modelo de desenvolvimento de realocação entre idosos de Litwak e Longino (1987).
Colsher et al. (Mon,) estudaram essa questão.