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A frequência coital é estudada entre casais como uma função do estado civil ou da união estável, duração do relacionamento, número de filhos, afiliação religiosa, renda, educação, intenções reprodutivas, idade, raça, autoavaliação de saúde, tempo gasto no trabalho e qualidade percebida do relacionamento. Os dados são da Pesquisa Nacional de Famílias e Domésticos de 1987-88. Os preditores da frequência coital que foram estáveis em várias análises foram as idades do homem e da mulher, a duração do relacionamento e a autoavaliação de saúde do parceiro masculino. Quando a discrepância nos relatos dos parceiros foi ajustada, o estado de coabitação, o número de filhos, intenções futuras de fertilidade, afiliação religiosa e qualidade do relacionamento, conforme avaliado pela parceira feminina, foram significativos. Os resultados sugerem um componente idiossincrático substancial para a determinação da frequência coital nos relacionamentos.
Rao et al. (Sat,) estudaram essa questão.