A ligação dependente de cálcio da titina N2A à actina aumenta a rigidez da titina em músculos esqueléticos ativos, explicando muitos enigmas de longa data da fisiologia muscular.
Revisão
Fornece um novo modelo de músculo como um material compósito onde elementos elásticos como a titina são ajustados pela ativação, explicando enigmas de longa data da fisiologia muscular.
O músculo tem sido convencionalmente visto como um motor que converte energia química em energia cinética em série com uma mola passiva, mas novos insights surgem quando o músculo é visto como um material compósito cujos elementos elásticos são ajustados pela ativação. Novas evidências demonstram que a ligação dependente de cálcio da titina N2A à actina aumenta a rigidez da titina em músculos esqueléticos ativos, o que explica muitos enigmas de longa data da fisiologia muscular.
Kiisa C. Nishikawa (Quar,) conduziu uma revisão em Fisiologia Muscular. A ligação dependente de cálcio da titina N2A à actina foi avaliada. A ligação dependente de cálcio da titina N2A à actina aumenta a rigidez da titina em músculos esqueléticos ativos, explicando muitos enigmas de longa data da fisiologia muscular.