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A crescente necessidade de literacia intercultural em um mundo cada vez mais interconectado e mediado por computador contrasta com a escassez de investigações sobre as melhores práticas ao projetar simulações destinadas a melhorar a comunicação intercultural. Culturas sintéticas inspiradas em traços culturais do mundo real, aprendizado baseado em problemas e uma base teórica construtivista social representam componentes centrais de ambientes de aprendizagem imersivos projetados para melhorar a literacia intercultural. Através de uma análise da literatura, um modelo é proposto principalmente para promover discussões e debates sobre simulações interculturais. O Modelo para Comunicação Intercultural em Simulações afirma que, além desses componentes, o Ciclo de Aprendizagem Experiencial (ELC), a tomada de decisão natural e o pensamento de terceiro lugar formam uma abordagem para entender como as simulações interculturais devem ser projetadas. O Modelo para Comunicação Intercultural em Simulações desafia o aprendiz a ir além dos paradigmas conhecidos e incentiva os projetistas de simulações e e-learning a empregar contextos socialmente situados. Assim, dentro do contexto do modelo, uma avaliação culminante de uma simulação de treinamento intercultural online (ARGONAUTONLINE) segue a introdução do modelo.
Bradley E. Wiggins (Sun,) estudou essa questão.
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