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A intensidade do tremor induzido pelo frio, quantificada por eletromiografia de superfície (EMG) e expressa em função da atividade mioelétrica máxima (EMG integrada) obtida durante uma contração voluntária máxima (MVC), foi examinada neste estudo em indivíduos classificados por percentual de gordura corporal. Além disso, a relação entre o tremor e a taxa metabólica (MR) e a contribuição relativa de vários grupos musculares para a produção total de calor foram estudadas. Dez voluntários do sexo masculino seminúdes, 5 MAGROS (menos de 11% de gordura corporal) e 5 NORM (mais de 15% de gordura corporal), foram expostos a 10 graus C de ar por 2 h. A EMG de seis grupos musculares (peitoral maior, reto abdominal, reto femoral, gastrocnêmio, bíceps braquial e braquiorradial) foi medida e comparada com a EMG de cada MVC muscular. Um índice corporal total de tremor, determinado a partir da intensidade de tremor ponderada pela massa de cada grupo muscular, foi correlacionado com a MR. Após os primeiros minutos de exposição, apenas o peitoral maior, reto femoral e bíceps braquial continuaram a aumentar sua intensidade de tremor. A intensidade do tremor foi maior nos músculos centrais, variando de 5 a 16% de MVC, em comparação com a dos músculos periféricos, que variaram de 1 a 4% de MVC. As intensidades de tremor foram semelhantes nos músculos periféricos para os grupos MAGROS e NORM, enquanto diferenças ocorreram nos músculos do tronco para o peitoral maior e reto abdominal. O índice corporal total de tremor correlacionou-se significativamente com o aumento na MR de cada indivíduo (r = 0,63-0,97). (RESUMO TRUNCADO EM 250 PALAVRAS)
Bell et al. (Mon,) estudaram essa questão.