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Este artigo apresenta dados de uma pesquisa com atletas universitários em um programa atlético da Divisão I da National Collegiate Athletic Association (NCAA), mostrando quão bem gênero, raça e 4 variáveis de status esportivo (participação em esportes de equipe ou individuais, participação em esportes de contato ou não contato, status como um atleta regular na escala, e status como beneficiário de bolsa de estudos atléticos) explicam as diferenças nas atitudes e experiências relacionadas à dor e lesões esportivas. A atitude foi medida por 3 escalas—concernentes à resistência, escolha racional nas decisões sobre jogar machucado, e pressão de treinadores e torcedores para jogar enquanto machucado—que foram construídas para este estudo. As medidas de experiência de lesão indicaram se os atletas universitários tinham efeitos persistentes de lesões esportivas, quantas lesões esportivas haviam sofrido, quantas vezes passaram por cirurgia devido a lesões esportivas, e quanto tempo ficaram incapacitados pela sua lesão esportiva mais grave. Gênero, raça, status como atleta regular e status como beneficiário de bolsa foram encontrados para explicar variações em fatores atitudinais ou experienciados, com o gênero explicando mais dessas diferenças do que qualquer outra variável. Assim, o gênero é dado ênfase especial na discussão dos achados.
Howard L. Nixon (Qui,) estudou esta questão.