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Os processos celulares mediados pelo DNA nuclear devem lidar com a cromatina. Ensaios estruturais de cromatina podem integrar de forma eficiente informações através de diversos elementos regulatórios, revelando o genoma não codificante funcional. Neste estudo, usamos um ensaio de sensibilidade diferencial a nucleases baseado na digestão com nuclease micrococcal (MNase) para descobrir regiões de cromatina aberta no genoma do milho. Descobrimos que as regiões hipersensíveis à MNase (MNase HS) no milho se localizam ao redor de genes ativos e dentro de pontos quentes de recombinação, focando a conversão gênica tendenciosa em suas laterais. Embora as regiões MNase HS se mapeiem em menos de 1% do genoma, elas explicam consistentemente uma quantidade notavelmente grande (∼40%) de variância fenotípica herdável em diversos traços complexos. Portanto, as regiões MNase HS estão à par com sequências codificantes como anotações que demarcam as partes funcionais do genoma do milho. Esses resultados implicam que menos de 3% do genoma do milho (sequências codificantes e regiões MNase HS) podem gerar a esmagadora maioria da variação fenotípica, restringindo grandemente o escopo do genoma funcional.
Rodgers‐Melnick et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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