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Nos últimos dez anos, houve um crescente interesse e preocupação em proteger a privacidade das informações médicas pessoais. Na medida em que os prontuários médicos estão cada vez mais armazenados electronicamente, e as informações eletrônicas podem ser compartilhadas de maneira fácil e ampla, houve esforços legislativos, assim como análises acadêmicas, pedindo por maiores proteções de privacidade para garantir que os pacientes possam se sentir seguros ao divulgar informações pessoais a seus prestadores de cuidados de saúde. Ao mesmo tempo, o volume de pesquisas biomédicas conduzidas neste país continua a crescer. O orçamento dos Institutos Nacionais de Saúde, por exemplo, foi de 20.298 milhões em 2001, tendo mais do que dobrado em relação a um orçamento de 9.218 milhões 10 anos antes. Este crescente corpo de pesquisa inclui esforços aumentados para usar prontuários médicos armazenados como uma fonte de dados para estudos de serviços de saúde, epidemiológicos e clínicos.
Kass et al. (Quarta-feira) estudaram essa questão.
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