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Usando a Pesquisa Nacional Longitudinal da Juventude de 1979, replicamos as estimativas anteriores do diferencial salarial marital para homens brancos, estendemos a análise para homens afro-americanos e, em seguida, explicamos os diferenciais dentro e entre raças. Primeiro, controlamos a formação profissional formal, depois as habilidades cognitivas, a origem parental e a autoestima, com pouco efeito. Em contraste, o diferencial branco, mas não o diferencial negro, desaparece na estimativa de efeitos fixos. Reconcilamos os diferenciais de seção transversal/painel ao nos concentrarmos nas distintas condições de identificação empregadas por cada técnica. Homens que nunca mudam de estado civil desempenham um papel significativo nas estimativas transversais brancas. (JEL J31, J12)
Rodgers et al. (Qui,) estudaram esta questão.