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Este volume revisita a relação mutuamente constitutiva entre ciência e capitalismo do século XVII até os dias atuais. Adotando uma abordagem global, rejeitamos a noção de que a ciência ou o capitalismo podem ser compreendidos como estágios da modernidade que emergiram no Ocidente e engendraram uma “Grande Divergência” com o resto do mundo. Em vez disso, tanto a ciência quanto o capitalismo eram instituições históricas que surgiram em um contexto imperial de troca global e cujo entrelaçamento foi continuamente refeito. Em vez de buscar explicar o desenvolvimento da ciência moderna como um produto de forças econômicas ou a divergência das economias capitalistas como resultado da inovação técnica, queremos enfatizar o trabalho do conhecimento que tem sido uma característica central tanto da ciência moderna quanto do capitalismo em todo o mundo.
Rieppel et al. (Mon,) estudaram esta questão.