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Este estudo relata o desenvolvimento psicométrico de uma medida para avaliar diferenças individuais nas motivações para o exercício, utilizando uma estratégia funcionalista (Snyder & Cantor, 1997). As análises fatoriais revelaram duas subescalas para a recém-desenvolvida Escala de Função do Exercício (FES): Peso e Aparência (WA), e Saúde e Prazer (HE). Os escores da FES-HE correlacionaram-se com melhor bem-estar psicológico e previam o comportamento de exercício monitorado prospectivamente, assim como avaliado de forma concorrente e longitudinal. Os escores da FES-HE também se correlacionaram com menores leituras de pulso, pressão arterial sistólica e cortisol salivar, indicando sua associação com melhor saúde física. Em contraste, os escores da FES-WA correlacionaram-se com maiores sintomas de depressão e transtornos alimentares, assim como menor autoestima, e previam o surgimento posterior de transtornos alimentares, mas não sintomas depressivos. Os escores da FES-WA não mostraram relação com medidas de bem-estar físico, incluindo engajamento em exercício e dados de sinais vitais. No geral, a FES parece promissora como um heurístico sucinto e psicometricamente sólido para relacionar de forma significativa as motivações para o exercício a índices importantes de bem-estar físico e psicológico.
DiBartolo et al. (Sex,) estudaram esta questão.