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As cadeias de suprimentos estão cada vez mais suscetíveis a interrupções não planejadas e não antecipadas. Com a implementação das práticas de sistemas enxutos, gestão da qualidade total (TQM), competição baseada no tempo e outras iniciativas de melhoria da cadeia de suprimentos, os gestores agora percebem que suas cadeias de suprimentos são frágeis, particularmente em relação a interrupções ambientais fora de seu controle. Como resultado de eventos recentes, incluindo 11 de setembro de 2001, um sistema está agora emergindo nas compras para gerenciar o risco de suprimentos, caracterizado por ter uma probabilidade de ocorrência muito baixa, difícil de prever e com um impacto potencialmente catastrófico na organização. Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa de estudo de caso que examina como e por que as empresas criam planos de continuidade de negócios para gerenciar esse risco. Proposições são então apresentadas a partir de uma perspectiva da teoria institucional para examinar como várias pressões isomórficas resultam em empresas tendo práticas de gerenciamento de risco semelhantes incorporadas em suas práticas de gestão de suprimentos ao longo do tempo.
Zsidisin et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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