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Os professores frequentemente sugerem que as turmas têm uma personalidade distinta que influencia a eficiência de aprendizagem de seus membros. Em algumas turmas, as dificuldades de um aluno tornam-se a preocupação de todos. Em outros grupos, cada criança trabalha por recompensas pessoais e a presença dos outros pouco ajuda ou frustra sua aprendizagem individual. As propriedades das salas de aula que explicam algumas dessas diferenças foram denominadas clima social da sala de aula (Anderson, 1968). Derivadas de pesquisas anteriores sobre grupos e de uma análise intuitiva dos tipos de interações presentes em salas de aula típicas, essas propriedades de clima incluem relacionamentos interpessoais entre os alunos, relacionamentos entre alunos e seus professores, relacionamentos entre alunos e tanto a matéria estudada quanto o método de aprendizagem, e, finalmente, as percepções dos alunos sobre as características estruturais da turma. Pesquisas anteriores sobre o clima social da sala de aula forneceram algumas percepções sobre dois aspectos da psicologia social do grupo da turma escolar. Um estudo (Walberg e Anderson, 1968) considerou as relações entre as percepções individuais dos alunos sobre sua turma e sua aprendizagem individual; um estudo subsequente (Anderson & Walberg, 1968) tentou explicar o desempenho diferencial da turma em termos de
Gary J. Anderson (Sun,) estudou essa questão.
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