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Prever informações visuais facilita o processamento eficiente de sinais visuais. Áreas visuais superiores podem apoiar o processamento de informações visuais recebidas ao gerar modelos preditivos que são retroalimentados para áreas visuais inferiores. A imagem funcional do cérebro já mostrou que as previsões interagem com a entrada visual já no nível do córtex visual primário (V1; Harrison et al., 2007; Alink et al., 2010). Dado que as fixações mudam até quatro vezes por segundo em condições de visualização natural, as previsões corticais são eficazes em V1 apenas se forem retroalimentadas a tempo para o processamento do próximo estímulo e na correspondente nova posição retinotópica. Aqui, testamos se previsões espaciotemporais são atualizadas antes, durante ou logo após uma sacada inter-hemisférica ser executada e, assim, se o sinal preditivo é transferido rapidamente entre os hemisférios. Usando uma ilusão de movimento aparente, induzimos um modelo de movimento interno que é conhecido por produzir um sinal preditivo espaciotemporal ao longo da trilha de movimento aparente em V1 (Muckli et al., 2005; Alink et al., 2010). Apresentamos aos participantes alvos tanto visualmente previsíveis quanto imprevisíveis na trilha de movimento aparente. Durante a tarefa, os participantes sacadearam através da ilusão enquanto detectavam o alvo. Como encontrado anteriormente, estímulos previsíveis foram detectados com mais frequência do que estímulos imprevisíveis. Além disso, encontramos que a vantagem de detecção de alvos previsíveis é detectável já 50-100 ms após o fim da sacada. Este resultado demonstra a natureza rápida da transferência de um sinal preditivo espaciotemporalmente preciso entre os hemisférios, em um paradigma já mostrado para modular V1.
Vetter et al. (Sun,) estudaram essa questão.