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Este artigo deriva várias hipóteses sobre a oposição parlamentar na Áustria, Bélgica e Países Baixos da teoria consociacional, com o denominador comum de que houve cooperação em vez de competição entre os principais partidos políticos. Embora em graus variados, e com exceções significativas, essa expectativa foi amplamente confirmada. Desde a década de 1960, no entanto, cada um desses países experimentou algum grau de desagregação de pilares, o que teve o efeito hipotetizado de aumentar a competição nas arenas eleitoral e parlamentar. No entanto, ao mesmo tempo, os principais partidos perderam parte de sua distinção ideológica, levando a uma grande mudança nos padrões básicos de oposição que poderiam ser caracterizados, com alguma exageração, como tendo evoluído 'de oposição sem competição para competição sem oposição'. Na década de 1960, Arend Lijphart previu que isso levaria a uma oposição anti-sistema da extrema esquerda. Contrariamente a essa expectativa, os três países testemunharam desafios da direita populista, com importantes diferenças entre a Bélgica, de um lado, e a Áustria e os Países Baixos, do outro, em relação à reação dos principais partidos a essa nova oposição.
Andeweg et al. (Fri,) estudaram essa questão.