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O uso da alimentação enteral por sonda em casa (HETF) aumentou nos países ocidentais, mas a pesquisa é escassa, especialmente sobre as experiências dos pacientes na vida diária quando estão sendo tratados com HETF. Este estudo teve como objetivo explorar o que significa viver com HETF e como a situação pode ser gerenciada. Um método qualitativo foi realizado de acordo com a Teoria Fundamentada. No total, 22 entrevistas foram realizadas com 11 pacientes tratados com HETF por um período de 8 semanas a 2 anos, utilizando perguntas abertas. A amostragem, a coleta de dados e a análise de dados foram realizadas simultaneamente. Ser tratado com HETF foi experimentado como positivo, pois significava sobrevivência, mas a descoberta mais proeminente relatou experiências de restrições, problemas práticos e angústia na vida cotidiana dos pacientes. Como a vida diária se desenrolou parecia depender da capacidade do paciente de gerenciar problemas, mas também estava fortemente relacionada à quantidade e à qualidade das informações e do suporte que recebiam dos profissionais de saúde. A falta de preparação antes da alta, bem como a falta de apoio em casa, significava insegurança e incerteza. Os achados ressaltam a necessidade de uma preparação abrangente e do suporte de profissionais de saúde, sendo necessárias melhorias para facilitar a vida cotidiana dos pacientes com HETF.
Bjuresäter et al. (Mon,) estudaram essa questão.