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Resumo. 590 professores, representando cerca de 72 por cento da produção total de professores formados em 1955, de onze faculdades e departamentos constituintes da Escola de Educação da Universidade de Manchester, preencheram em 1960 um questionário relatando, entre outras coisas, níveis atuais de satisfação e principais fontes de insatisfação na profissão. Os resultados mostraram que a grande maioria dos sujeitos, incluindo muitos que estavam fora do ensino na época, havia experimentado na profissão um alto nível de satisfação. Aqueles em escolas infantis e de gramática (particularmente professores homens na última modalidade de escola) pareciam derivar mais satisfação de seu trabalho do que os sujeitos em alguns outros tipos de escola. Algumas evidências são apresentadas que sugerem que diretores de escola podem estar muito satisfeitos com os níveis de competência profissional desses sujeitos; mas a análise completa desses dados ainda não foi finalizada. Correlações positivas baixas são relatadas entre a nota prática de ensino do ex-aluno, grau de satisfação profissional e avaliação do diretor. As fontes de insatisfação pareciam estar mais relacionadas a fatores no ensino do que àqueles na situação de formação. As principais áreas de insatisfação incluíam salários, relações humanas precárias entre a equipe, edifícios e equipamentos inadequados, alta carga horária de ensino, inadequações na formação, turmas grandes, expressões de inadequação pessoal, falta de tempo para certas obrigações profissionais e baixo status da profissão na sociedade. Ao listar itens, as professoras pareciam estar mais preocupadas com problemas cotidianos em sala de aula, enquanto os homens encontravam suas frustrações em um contexto mais amplo.
Rudd et al. (Qui,) estudaram esta questão.