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A eficiência energética representa uma prioridade estratégica tanto na legislação italiana quanto na europeia para mitigar o consumo de energia dos edifícios, que são contribuidores significativos para as emissões de gases de efeito estufa. Atualmente, cerca de 75% do estoque de edifícios da UE é considerado energeticamente ineficiente e requer grandes retrofit. Este estudo examina a requalificação energética de um grande complexo de edifícios, que atualmente possui um rótulo de classe energética E. O objetivo é alcançar uma melhoria significativa na eficiência energética e reduzir o uso de combustíveis fósseis, de acordo com os padrões de sustentabilidade. A intervenção inclui a substituição dos sistemas de ar-condicionado e aquecimento existentes por bombas de calor ar-água de alta eficiência, alimentadas por eletricidade gerada, em parte, por um sistema fotovoltaico integrado. Através da análise de soluções tecnológicas disponíveis e da aplicação de uma metodologia de Modelagem da Informação da Construção (BIM), a pesquisa propõe estratégias para otimizar a eficiência energética dos edifícios, minimizando o impacto ambiental e garantindo a conformidade com a legislação vigente. Os resultados destacam a eficácia dessas abordagens no apoio à transição energética, com as medidas implementadas reduzindo a demanda de energia não renovável de 191,684 kWh/m2/ano para 76,053 kWh/m2/ano. Isso levou a uma redução nas emissões de CO2 de 604 toneladas/ano, representando uma redução de 78% em relação aos níveis iniciais, uma clara contribuição para atingir as metas de sustentabilidade da Europa.
Piras et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.