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INTRODUÇÃO: O objetivo deste estudo foi determinar se fatores sociodemográficos: idade, sexo e duração do emprego, bem como a presença de comorbidades crônicas exercem efeito significativo na avaliação subjetiva das condições de trabalho psicossociais dos enfermeiros. Além disso, analisamos se as variáveis mencionadas influenciaram o nível de absentismo no trabalho durante o ano que antecedeu o estudo. MATERIAL E MÉTODOS: O estudo, conduzido entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013, incluiu 789 enfermeiros empregados em instituições de saúde públicas e privadas em Białystok. Os participantes foram entrevistados por meio do questionário "Condições de Trabalho Psicossociais". RESULTADOS: As mulheres apresentaram pontuações significativamente mais altas na Escala de Mudanças Desejadas e valores significativamente mais baixos na Escala de Bem-Estar em comparação aos homens. A idade dos respondentes e a duração do emprego correlacionaram-se significativamente com as pontuações das Escalas de Demandas e Mudanças Desejadas. Além disso, documentamos correlações inversas significativas entre a idade e o tempo de serviço e as pontuações das Escalas de Suporte Social e Bem-Estar. Ademais, a duração do emprego correlacionou-se inversamente com os resultados da Escala de Controle. Os respondentes com condições crônicas mostraram pontuações significativamente mais altas na Escala de Mudanças Desejadas e valores significativamente mais baixos nas Escalas de Controle e Bem-Estar. Encontramos uma correlação inversa entre o número de dias de licença médica e o valor da Escala de Bem-Estar, o que também ocorreu com um subconjunto de enfermeiros sem condições crônicas. CONCLUSÕES: Semelhante a outros grupos profissionais, a gestão de uma equipe de enfermagem requer a utilização de técnicas de gestão de recursos humanos e a identificação de uma pessoa responsável pela coordenação do grupo e diagnóstico de suas necessidades psicossociais.
Kowalczuk et al. (Terça-feira,) estudaram essa questão.
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