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Este estudo examinou até que ponto a família de origem influencia a idade na primeira gravidez e o número final de filhos. Levamos em conta a transmissão intergeracional direta do comportamento de fertilidade, experiências de vida familiar em torno dos 15 anos e o contexto social mais amplo da família de origem. Análises de regressão de risco (n=6.630) e análises de regressão de Poisson (n=3.736) foram realizadas usando dados da onda de 2002-03 do Estudo de Painel de Parentesco dos Países Baixos. Além de uma relação positiva entre os padrões de fertilidade dos pais e seus filhos, encontramos que experiências positivas de vida familiar em torno dos 15 anos incentivam a procriação: quanto menos conflito entre os pais é experimentado pela criança durante a adolescência precoce, mais jovem o filho adulto é ao ter o primeiro filho, e maior o número de filhos do filho adulto. O número de filhos também é positivamente influenciado pela frequência de contato com parentes não residenciais durante a adolescência precoce. O status socioeconômico e a religiosidade da família parental também afetam a fertilidade.
Rijken et al. (Sex,) estudaram esta questão.