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FUNDAMENTAÇÃO: As escolas desempenham um papel importante como fornecedoras de serviços de saúde mental para adolescentes; no entanto, a informação sobre o panorama mais amplo da utilização de serviços de saúde mental em ambientes educacionais versus outros é limitada devido à falta de dados em nível nacional. MÉTODOS: Usando modelos de regressão logística multinomial com base em dados de nível nacional da Pesquisa Nacional sobre o Uso de Drogas e Saúde de 2012-2015, exploramos as características dos adolescentes que receberam tratamento de saúde mental em ambientes educacionais e outros. Além disso, o estudo examina as razões para a busca de serviços em diversas configurações de tratamento. RESULTADOS: A análise revela que, embora a maioria dos adolescentes que acessam serviços de saúde mental receba atendimento em ambientes não educacionais, um pouco mais de um terço deles recebeu serviços apenas em um ambiente educacional. Adolescentes que tinham seguro público, eram de lares de baixa renda e pertenciam a grupos raciais/étnicos minoritários tinham maior probabilidade de acessar serviços apenas em um ambiente educacional. As razões comuns para acessar serviços em ambientes educacionais incluíam problemas com escolas, amigos e membros da família. CONCLUSÕES: Apesar do aumento do acesso ao tratamento em ambientes ambulatoriais na última década, as escolas desempenham um papel importante em fornecer acesso a serviços de saúde mental para populações desfavorecidas.
Ali et al. (Mon,) estudaram essa questão.