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FUNDAMENTOS: Surto de influenza continua a ocorrer em lares de idosos, apesar da alta cobertura vacinal entre os residentes. As recomendações para o controle de surtos em instituições como lares de idosos aconselham o uso de medicamentos antivirais para reduzir a transmissão da influenza. MÉTODOS: A vigilância da influenza foi realizada entre idosos residentes em lares de idosos em Michigan durante 2 temporadas de influenza. O medicamento antiviral oseltamivir foi utilizado para controle de surtos a critério da equipe do lar de idosos assim que a transmissão da influenza foi confirmada por isolamento viral ou detecção rápida de antígeno. RESULTADOS: Durante 2000-2001, a influenza não foi confirmada em nenhum dos 28 lares participantes, apesar da transmissão dos tipos A (H1N1) e B na comunidade. Durante 2001-2002, a transmissão da influenza tipo A (H3N2) foi confirmada em 8 (26%) dos 31 lares participantes; a cobertura da vacina de influenza entre os residentes era de 57%-98% nos lares associados ao surto. O oseltamivir foi utilizado em todos os lares com transmissão de influenza; o controle do surto variou de acordo com a rapidez do reconhecimento do surto e a extensão do uso antiviral. Os eventos adversos relatados foram principalmente reações gastrointestinais e erupções cutâneas. A análise da utilidade dos testes de detecção rápida de antígeno para o reconhecimento de surtos indicou uma sensibilidade de apenas 77% (especificidade, 92%). CONCLUSÕES: O oseltamivir foi razoavelmente bem tolerado, e seu uso, juntamente com a promoção contínua da cobertura vacinal entre os residentes e funcionários do lar de idosos, deve ser uma adição valiosa às estratégias institucionais de controle de surtos.
Monto et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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