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Os gerentes podem perceber e categorizar problemas como crise, ameaça, incômodo cotidiano ou até mesmo oportunidade. Este artigo foca na medida em que essa categorização determina o processo pelo qual a organização passa ao enfrentar o problema. Usando a história de um grande decisão externamente provocada em uma empresa química para ilustrar essas distinções, os autores mostram que as características dos processos podem variar bastante, dependendo de como o problema é percebido: e através de muitas dimensões – racionalidade processual, geração de alternativas, politicização, timing e comunicação lateral e horizontal. Eles argumentam que os altos executivos devem não apenas prestar atenção particular à maneira como as questões estratégicas são percebidas e rotuladas dentro da empresa e seus sistemas, mas até mesmo, em algumas circunstâncias, 'manipular' as informações fornecidas a partir de sistemas externos ou internos. O caso descrito aqui também ilustra o papel crucial dos gerentes intermediários em fornecer expertise e informações durante a tomada de decisões estratégicas. Finalmente, aponta maneiras pelas quais as equipes de gestão podem evitar conflitos destrutivos e se envolver em conflitos construtivos.
Papadakis et al. (Mon,) estudaram essa questão.