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Oito pares de mães e bebês foram gravados em vídeo em um estudo longitudinal. A análise das relações entre a fala materna e o contexto não verbal contíguo revelou que o padrão de estreita correspondência entre o tema da conversa e o contexto, que havia surgido aos nove meses, persistiu aos dezesseis meses, com a maioria das mudanças de tema ocorrendo em resposta a uma ação realizada pela criança. Uma grande proporção das intervenções maternas continuou a referir-se a objetos e atividades que estavam no foco de atenção da criança; embora, aos dezesseis meses, as mães com menos frequência acompanhavam comentários sobre a atividade da criança com ações de apoio próprias. Esses achados são discutidos à luz de estudos sobre o desenvolvimento lexicológico precoce.
Harris et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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