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O uso de preservativos em relacionamentos sexuais estáveis e casuais foi examinado entre adolescentes holandeses de 14 a 16 anos do ensino secundário (N = 140). Hipotetizou-se que, entre os adolescentes, o sexo e, subsequentemente, o uso de preservativos com parceiros sexuais casuais são menos considerados antecipadamente, mais dependentes do contexto e menos habituais; enquanto o oposto é verdadeiro para relacionamentos estáveis. Portanto, comportamentos preparatórios (comprar e carregar preservativos e comunicar sobre o uso de preservativos) eram esperados para mediar a relação intenção-comportamento no contexto de relacionamentos estáveis, mas não no contexto de sexo casual. Os resultados confirmaram que o uso de preservativos com parceiros sexuais estáveis foi explicado por comportamentos preparatórios, hábitos, e em certa medida, disposição comportamental, e que os comportamentos preparatórios mediaram a relação intenção-comportamento. O uso de preservativos com parceiros de sexo casual foi predito pela disposição ao risco e intenções, sem qualquer mediação por parte dos comportamentos preparatórios. Os resultados indicam que é essencial aumentar a conscientização entre os adolescentes de que situações sexuais inesperadas podem ocorrer e treiná-los para tomar ações preparatórias.
Empelen et al. (Sat,) estudaram esta questão.