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Modelos de simulação de ecossistemas utilizam parâmetros descritivos de entrada para estabelecer a fisiologia, bioquímica, estrutura e padrões de alocação dos tipos funcionais de vegetação, ou biomas. Para simulações de único talhão, é possível medir os dados necessários, mas à medida que a resolução espacial aumenta, a indisponibilidade de dados também aumenta. Assim, parametrizações generalizadas de biomas são necessárias. A seleção de parâmetros não documentada e a sensibilidade desconhecida do modelo à variação de parâmetros para simulações de maior resolução são atualmente as principais limitações para modelagem global e regional. Os autores apresentam parâmetros de entrada documentados para um modelo de simulação de ecossistema baseado em processos, o BIOME-BGC, para os principais biomas temperados naturais. Os grupos de parâmetros incluem os seguintes: rotatividade e mortalidade; alocação; razões de carbono para nitrogênio (C:N); a porcentagem de material vegetal em pools labis, celulose e lignina; morfologia das folhas; taxas de condutância das folhas e limitações; interceptação de água da copa e extinção de luz; e a porcentagem de nitrogênio nas folhas em Rubisco (ribulose bisfosfato-1,5-carboxilase/oxigenase) (PLNR). Usando dados climáticos e de localização-
White et al. (Sat,) estudaram essa questão.