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OBJETIVOS: Investigamos a relação entre os sintomas depressivos dos adultos mais velhos ao longo do tempo e as características das vizinhanças em que vivem. MÉTODOS: Realizamos uma pesquisa com uma amostra aleatória de 1325 residentes da cidade de Nova Iorque com 50 anos ou mais em 2005 e conduzimos 808 entrevistas de acompanhamento em 2007. Avaliamos as características composticionais das vizinhanças dos respondentes em nível de setores censitários e determinamos as relações entre essas características e as mudanças nos sintomas depressivos dos respondentes. RESULTADOS: Em modelos multivariados que ajustaram para covariáveis em nível individual, incluindo renda, uma variedade de características do bairro previu a piora dos sintomas depressivos. A análise fatorial sugeriu que essas características operavam em 3 grupos: influências socioeconômicas da vizinhança, estabilidade residencial e composição racial/étnica, com influências socioeconômicas positivas da vizinhança sendo significativamente protetoras contra a piora dos sintomas. Estressores da vida, traço de personalidade neuroticismo, raça afro-americana e contato diário com redes sociais também foram associados à piora dos sintomas. CONCLUSÕES: O bairro de residência de um adulto mais velho é um determinante importante de sua saúde mental. Aqueles que trabalham para melhorar a saúde mental entre os idosos precisam considerar o papel do contexto residencial na melhoria ou deterioração da saúde mental.
Beard et al. (Sex,) estudaram esta questão.