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Um extrato parcialmente purificado de tecido do timo, denominado fração da timosina 5, demonstrou reconstituir deficiências imunológicas resultantes da falta de função tímica em vários modelos animais, bem como em humanos com doenças primárias e secundárias de imunodeficiência. A fração da timosina 5 consiste em uma família de polipeptídeos com pesos moleculares variando de 1.000 a 15.000. Vários desses polipeptídeos contribuem individualmente para a atividade biológica do composto original. Dois componentes polipeptídicos da fração da timosina 5, denominados timosina alpha1 e polipeptídeo beta1, foram caracterizados química e biologicamente. A timosina alpha1 é uma molécula altamente ácida composta por 28 resíduos de aminoácidos. Este polipeptídeo apresenta potente atividade biológica e foi encontrado ser de 10 a 1.000 vezes mais ativo do que a fração da timosina 5 em um sistema de bioensaio in vivo e vários sistemas de bioensaio in vitro projetados para medir a diferenciação e função de linfócitos dependentes do timo (células T). O polipeptídeo beta1, em contraste, é inativo em nossos sistemas de bioensaio, sugerindo que não está envolvido na ação do hormônio tímico. Análises de sequência e estudos de homologia indicaram que o polipeptídeo beta1, embora presente na fração 5, não contribui para a atividade biológica da fração da timosina 5.
Low et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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