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RESUMO: Este artigo revisa os problemas a serem enfrentados ao tentar criar uma microsimulação da demanda por cuidados de saúde, do financiamento de cuidados de saúde e do impacto econômico do comportamento de saúde. Esses problemas foram identificados por meio de uma revisão aprofundada de sete modelos de microsimulação dinâmica, selecionados a partir de um conjunto inicial de 27 modelos, a fim de destacar as principais diferenças nas abordagens e opções de modelagem atualmente adotadas. Após apresentar uma breve descrição de cada um dos sete modelos selecionados, as principais abordagens de modelagem são resumidas e criticamente avaliadas usando cinco critérios principais de distinção. Esses critérios são o uso de técnicas de alinhamento, complexidade do modelo (refletida na variedade de variáveis utilizadas), fundamentos teóricos, tipo de população inicial e a extensão e detalhe das questões financeiras abordadas. Com base nessa avaliação, o artigo mostra como as '12 lições do SAGE' se aplicam ao campo da microsimulação em cuidados de saúde. O compromisso entre complexidade e poder preditivo é demonstrado como sendo fundamental. Por fim, um apêndice resume as principais características de todos os 27 modelos de microsimulação dinâmica originalmente pesquisados.
Martin Spielauer (Mon,) estudou esta questão.