Key points are not available for this paper at this time.
OBJETIVO: Em pacientes com DRCAD, a medição do volume total dos rins (VTR) usando MRI é realizada para prever a taxa de progressão da doença. Historicamente, foram usadas imagens ponderadas por T1 (T1), mas a metodologia de imagem ponderada por T2 (T2) evoluiu. Comparamos o desempenho de ambas as sequências. MÉTODOS: 40 pacientes com DRCAD se submeteram a uma MRI abdominal na linha de base e no acompanhamento. O VTR foi medido por contorno manual com o software Analyze Direct 11.0. Três avaliadores estabeleceram coeficientes de variação (CV) intra e interavaliador. Os volumes renais medidos por T1 e T2 e as taxas de crescimento foram comparados com análises de ICC e Bland-Altman. RESULTADOS: Os CVs foram baixos e comparáveis para T2 e T1 (intraavaliador: 0.83% 0.48-1.79 vs. 1.15% 0.34-1.77, P = 0.9, interavaliador: 2.18% 1.59-2.61 vs. 1.69% 1.07-3.87, P = 0.9). O VTR foi clinicamente semelhante, mas estatisticamente significativamente diferente entre T2 e T1: 1867 1172-2721 vs. 1932 1180-2551 mL, respectivamente (P = 0.006), com um viés de apenas 0.8% e alta concordância (ICC 0.997). A porcentagem de crescimento renal durante 2.2 ± 0.3 anos foi semelhante para T2 e T1 (9.3 ± 10.6% vs. 7.8 ± 9.9%, P = 0.1, respectivamente), com um viés de 1.5% e alta concordância (ICC 0.843). T2 foi mais frequentemente de qualidade suficiente para a medição do volume (86.7% vs. 71.1%, P < 0.001). CONCLUSÕES: Em pacientes com DRCAD, a medição do volume renal e da taxa de crescimento apresenta desempenho semelhante ao usar imagens ponderadas por T2 em comparação com T1, embora T2 tenha um desempenho melhor em parâmetros de desfecho secundário; eles são mais frequentemente de qualidade suficiente para a medição do volume e resultam em variabilidade intra e interavaliador ligeiramente menor.
Gastel et al. (Mon,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: