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Os problemas do design válido de questionários e da análise de dados de resposta ordinal provenientes de questionários têm uma longa história nas ciências psicológicas e sociais. Gardner e Martin (2007, esta edição) ilustram alguns desses problemas com referência a um artigo anterior (Garau, Slater, Pertaub, & Razzaque, 2005) que estudou a copresença com personagens virtuais dentro de um ambiente virtual imersivo. Aqui, revisamos a crítica de Gardner e Martin que apóia seus principais argumentos. No entanto, mostramos que a crítica deles não poderia levar em conta as circunstâncias históricas do experimento descrito no artigo e, além disso, que uma reanálise utilizando métodos estatísticos mais apropriados não resulta em conclusões diferentes daquelas relatadas no artigo original. Argumentamos que, em geral, esses dados de questionários são tratados com muita seriedade, e que um paradigma diferente é necessário para a pesquisa sobre presença—um onde dados fisiológicos e comportamentais multivariados são utilizados juntamente com dados subjetivos e de questionários, sem que estes últimos tenham um papel especialmente privilegiado.
Slater et al. (2007) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: